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Tudo sobre Relações Internacionais

Trump defende controle da Groenlândia na segurança internacional

Donald Trump reafirmou nesta sexta-feira (28) que os Estados Unidos 'precisam' controlar a Groenlândia, destacando sua importância para a segurança internacional. Durante a visita do vice-presidente J.D. Vance à base militar em Pituffik, Trump comentou que a Groenlândia é crucial para a paz mundial devido à presença de navios chineses e russos. A declaração ocorreu em meio à formação de uma nova coalizão na Groenlândia com o objetivo de fortalecer os laços com a Dinamarca, o que foi interpretado como uma resposta às pressões norte-americanas. A visita de Vance gerou críticas dos governos dinamarquense e groenlandês.

EUA emitem alerta à Venezuela sobre possíveis ataques à Guiana

Na sequência de recentes tensões, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, advertiu a Venezuela sobre possíveis consequências de um ataque à Guiana, especialmente em meio à disputa por uma rica região petroleira. Rubio enfatizou que tal ato resultaria em uma resposta contundente e destacou a importância da cooperação em segurança entre os dois países. A Guiana, que está prestes a se tornar um dos maiores produtores de petróleo per capita do mundo, recebeu apoio americano. Por sua vez, Nicolás Maduro desdenhou da ameaça, afirmando que a Venezuela não teme ninguém.

Trump aumenta pressão sobre a Groenlândia em busca de controle estratégico

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou a pressão para assegurar a Groenlândia, afirmando que os EUA 'precisam' da ilha em uma recente entrevista. A declaração vem acompanhada da visita iminente do vice-presidente J.D. Vance à base militar americana na Groenlândia, que provocou reações adversas de autoridades dinamarquesas e groenlandesas, classificando a ação como 'pressão inaceitável' e 'interferência estrangeira'. A Groenlândia, que discute sua independência, possui recursos minerais e hidrocarbonetos que atraem o interesse dos EUA, auge de uma história de tentativas americanas de compra da ilha.

Janja expressa honra ao se encontrar com a família imperial do Japão

A primeira-dama Janja Lula da Silva expressou sua satisfação após se encontrar com o imperador do Japão, Naruhito, e a imperatriz Masako, durante uma visita oficial ao país. O encontro, realizado no Palácio Imperial de Tóquio, durou cerca de 15 minutos e faz parte das comemorações do 130º aniversário das relações diplomáticas entre Brasil e Japão. Janja elogiou a oportunidade de estreitar laços, enfatizando a importância da cooperação futura entre as nações. Durante o evento, foram tocados os hinos nacionais e a canção 'Aquarela do Brasil', destacando o intercâmbio cultural entre os países.

Lula desembarca no Japão para fortalecer laços comerciais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Tóquio na madrugada desta segunda-feira, liderando uma comitiva de autoridades brasileiras, incluindo ministros e ex-presidentes da Câmara e do Senado. O objetivo da viagem é fortalecer as relações comerciais entre Brasil e Japão, coincidentemente celebrando 130 anos de amizade entre os dois países. Lula se reunirá com o Imperador Naruhito e o Primeiro-Ministro Shigeru Ishiba, e acompanhará a assinatura de acordos em áreas como ciência e tecnologia. A expectativa é expandir o mercado para a carne brasileira, especialmente bovina e suína.

Lula troca Aerolula pelo KC-30 em viagem à Ásia

O presidente Lula optou pelo KC-30, a maior aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), para sua viagem à Ásia, substituindo o tradicional 'Aerolula'. Essa escolha logística é devido à habilidade do KC-30 para voar ininterruptamente por 12 horas, facilitando o trajeto ao Japão e Vietnã, com o intuito de fortalecer parcerias comerciais. A FAB destacou que essa aeronave, adquirida no governo Bolsonaro, já teve múltiplas realizações, incluindo missões humanitárias e repatriações. O KC-30 pode transportar 238 passageiros e 45 toneladas de carga, sendo essencial para a logística da Presidência brasileira.

Lula embarca em missão ao Japão e Vietnã em busca de novas oportunidades de negócios

O presidente Lula inicia uma viagem ao Japão e Vietnã, focando na expansão dos negócios brasileiros na Ásia. Partindo de Brasília, o voo faz uma escala em Houston antes de seguir para Tóquio, onde Lula se reunirá com o imperador Naruhito e participará do Fórum Empresarial Brasil-Japão. Sua agenda inclui um encontro com o primeiro-ministro japonês e uma visita ao Vietnã, onde se reunirá com o primeiro-ministro Pham Minh Chính. A viagem visa aumentar a presença brasileira em mercados estratégicos, como o de carne bovina no Japão e a venda de aeronaves da Embraer.

Lula leva forte comitiva ao Japão em busca de acordos comerciais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou para o Japão e Vietnã com uma comitiva de 17 autoridades, incluindo congressistas e líderes sindicais, buscando reaproximar-se do Congresso. Durante a visita, que será marcada por encontros com o imperador japonês Naruhito e o primeiro-ministro Shigeru Ishiba, Lula visa fortalecer laços comerciais e avançar nas negociações para a abertura do mercado japonês às carnes brasileiras. Além disso, cerca de 100 empresários participarão do Fórum Brasil-Japão, destacando a importância econômica da viagem, que inclui representantes da JBS e da Embraer.

Trump e Putin se preparam para nova conversa sobre a guerra na Ucrânia

Na terça-feira, 18 de março, Donald Trump conversará com Vladimir Putin para discutir o fim da guerra na Ucrânia, conforme confirmado por Moscou. Durante a conversa, Trump propôs a divisão de certos ativos, incluindo terras e centrais energéticas. O Kremlin, representado por Dmitri Peskov, confirmou que a conversa está em preparação. Trump havia encarregado Steve Witkoff de apresentar um plano de trégua de 30 dias, aceito por Kiev. Contudo, a Rússia exige que a Ucrânia reconheça o controle sobre os territórios ocupados, além de desistir de aderir à Otan, o que é rejeitado por Kiev.

EUA expulsam embaixador da África do Sul em meio a crescentes tensões

Os Estados Unidos decidiram expulsar o embaixador da África do Sul, Ebrahim Rasool, que foi declarado 'não mais bem-vindo' pelo secretário de Estado, Marco Rubio. Este ato incomum foi justificado por Rubio, que acusou Rasool de incitar racismo e odiar o presidente Donald Trump. A África do Sul lamentou a decisão, reiterando sua intenção de manter um relacionamento benéfico com os EUA. Tais tensões têm se intensificado desde a chegada de Trump ao poder, especialmente após uma ordem que suspendeu a assistência dos EUA ao país, citando discriminação racial contra africâneres brancos.

EUA expulsam embaixador da África do Sul por atitudes anti-Trump

Os Estados Unidos decidiram expulsar o embaixador da África do Sul, Ebrahim Rasool, com base em acusações de antipatia em relação ao país e ao presidente Donald Trump. O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que Rasool é uma 'persona non grata' e o classificou como político racista. Rubio fez a revelação em uma publicação na rede social X, reiterando que não havia espaço para discussões com o embaixador. A medida reflete tensões diplomáticas significativas entre os EUA e a África do Sul em um contexto político complicado.

EUA expulsam embaixador sul-africano em meio a tensões raciais

Os Estados Unidos expulsaram o embaixador da África do Sul, Ebrahim Rasool, após acusações do secretário de Estado, Marco Rubio, de que Rasool estava 'explorando questões raciais' e de 'odiar a América e Trump'. A decisão de expulsão ocorreu após o corte de ajuda financeira dos EUA à África do Sul, associado a práticas discriminatórias contra brancos. Rubio, ao anunciar a medida, destacou que Rasool era considerado 'persona non grata', não sendo mais bem-vindo no país. Essa crise nas relações entre os países se intensificou desde fevereiro, quando Trump criticou ações do governo sul-africano.

Rússia resiste à proposta de cessar-fogo de Trump e Zelensky

Apesar da aproximação entre a Casa Branca de Donald Trump e o Kremlin, a Rússia resiste à proposta de cessar-fogo de trinta dias na Ucrânia. O Kremlin acredita que essa trégua oferece uma chance para o país rearmar-se. Vladimir Putin expressou concordância com a ideia de interromper hostilidades, mas enfatizou a necessidade de uma paz duradoura. O assessor de Putin, Iuri Ushakov, ironizou a proposta, chamando-a de mera pausa para os ucranianos. Enquanto isso, Zelensky pressiona por uma resposta da Rússia, afirmando que o silêncio do Kremlin demonstra a intenção de prolongar o conflito.

Lula pede respeito e diálogo manso a Trump em audiência pública

O presidente Lula fez um apelo ao ex-presidente Donald Trump durante um evento em Minas Gerais, sugerindo que ele deveria 'falar manso' e demonstrar respeito, especialmente em relação às tarifas de importação impostas pelos EUA ao aço e alumínio brasileiros. Lula enfatizou que aprendeu a não ter medo de intimidações e que a economia brasileira continuará a crescer. Ele expressou um desejo claro de ser tratado com respeito, direcionando suas críticas às posturas agressivas de Trump. Enquanto isso, seu governo busca negociar o alívio dessas tarifas impostas pelos Estados Unidos às importações brasileiras.

Alckmin: Brasil não é um problema para os EUA e busca diálogo

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil não representa um problema para os Estados Unidos, destacando a importância do diálogo entre as nações. Em resposta às tarifas impostas por Donald Trump, que afetam o comércio, Alckmin disse que o Brasil iniciou negociações para mitigar os impactos e sugeriu a formação de um grupo de trabalho bilateral. Ele também mencionou as ações do governo para controlar a inflação dos alimentos, incluindo a isenção de impostos sobre certos produtos e o aumento de estoques reguladores pela Conab, visando auxiliar na estabilização dos preços.

Tensão entre Europa e Rússia cresce após ameaça nuclear de Macron

Após Emmanuel Macron sugerir o uso do arsenal nuclear francês para proteger a Europa, a Rússia reagiu criticando a retórica do presidente francês, comparando-o a Hitler e classificando-a como uma ameaça. Moscou manifestou que não deseja participar de uma corrida armamentista. A União Europeia, em resposta, apoia um ambicioso plano de rearmamento, com custo de até 800 trilhões de euros, visando fortalecer sua defesa. Em cúpula em Bruxelas, líderes europeus discutiram a situação da Ucrânia, admoestando sobre as intenções de Putin e destacando a importância da segurança coletiva no continente contra potenciais agressões russas.

Líderes da UE aprovam rearmamento após suspensão de apoio dos EUA à Ucrânia

Após o anúncio de Donald Trump sobre a suspensão do apoio dos Estados Unidos à Ucrânia, os líderes da União Europeia se reuniram em Bruxelas e aprovaram um plano para rearmar o bloco, aumentando o orçamento de defesa para aproximadamente 650 bilhões de euros, além de 150 bilhões em empréstimos. Essa decisão altera a política de austeridade vigente desde 2008. Os líderes reconheceram a necessidade de fortalecer a segurança conjunta, temendo a Rússia, que até então se beneficiava do apoio militar americano. Há também um apelo à Ucrânia para intensificar esforços na solução da interrupção do gás russo.

Brasil se prepara para possíveis impactos das tarifas de Trump

O governo brasileiro ainda não possui um plano definido em resposta ao aumento das tarifas anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump. A estratégia será desenvolvida apenas se medidas diretas afetarem as relações comerciais. O Ministério das Relações Exteriores está monitorando a situação, considerando que os movimentos da economia americana ainda estão em fase inicial. Com a imposição de tarifas a países como China, Canadá e México, que já se articulam para retaliar, o Brasil pode ser fortemente afetado, especialmente na exportação de aço e alumínio, como alertou o ministro Fernando Haddad.

Reino Unido investe US$ 2 bilhões para fortalecer defesa aérea da Ucrânia

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou um novo acordo de financiamento de US$ 2 bilhões (1,6 bilhão de libras) para a Ucrânia. Esse valor permitirá à Ucrânia adquirir 5.000 mísseis de defesa aérea fabricados pela Thales, que têm um alcance superior a 6 quilômetros e podem ser disparados de diferentes plataformas em terra, mar e ar. Starmer enfatizou que esses mísseis são cruciais para proteger a infraestrutura crítica do país e fortalecer a Ucrânia em sua luta pela paz. Essa iniciativa surge após um ataque lançado pela Rússia, que utilizou mais de 200 drones recentemente.

Zelensky assegura apoio firme de líderes europeus após discussão com Trump

Após um intenso bate-boca com Donald Trump, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky obteve significativo apoio de líderes europeus e canadenses em uma cúpula realizada em Londres. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, enfatizou a necessidade de garantir a segurança na Europa e lutar pela paz na Ucrânia. O encontro teve a presença de representantes de 18 países, que reafirmaram seu comprometimento com um futuro pacífico. Starmer destacou que a Europa deve liderar os esforços pela paz, com suporte dos EUA, além de garantir um bom resultado para a Ucrânia, vital para a segurança de todos os presentes.

Aliados da Ucrânia se reúnem em Londres para reforçar apoio militar

No último domingo, 18 países aliados da Ucrânia se reuniram em Londres para discutir a segurança europeia e o apoio militar a Kiev. O encontro ocorreu após um embate entre Volodymyr Zelensky e Donald Trump na Casa Branca. Os líderes acordaram em manter a ajuda militar à Ucrânia e pressionar economicamente a Rússia, visando melhorar a posição de Kiev em futuras negociações de paz. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou que os recursos viriam de bens russos apreendidos. A reunião destacou a urgência de um rearmamento europeu e a necessidade de unidade entre Europa e Estados Unidos.

Lula critica bate-boca entre Trump e Zelensky na Casa Branca

O presidente brasileiro Lula classificou como 'grotesca e desrespeitosa' a recente troca de agressões entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky na Casa Branca, ocorrida no dia 28 de fevereiro. Em declarações feitas durante sua visita ao Uruguai, onde participava da posse do presidente Yamandú Orsi, Lula destacou que nunca antes a diplomacia havia assistido a uma cena dessa magnitude. Ele expressou preocupação com o impacto negativo do episódio nas relações da Ucrânia, sugerindo que Zelensky foi humilhado e que tal comportamento poderia comprometer a imagem da União Europeia nas negociações de paz.

Zelensky se encontra com Starmer após tensão com Trump

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reúne com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer em Londres, após um desentendimento com Donald Trump. Na reunião, marcada para o dia 1º de março de 2025, Zelensky busca discutir ações de segurança para seu país, em meio à invasão russa que começou em fevereiro de 2022. A tensão com Trump gerou frustração, já que muitos viam a necessidade de colaboração entre os EUA e a Europa nas conversações sobre o futuro da Ucrânia. Zelensky enfatiza a importância de seu país ser ouvido nas negociações.

Alexandre de Moraes critica Trump: Os países não são colônias dos EUA

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, criticou a postura do presidente dos EUA, Donald Trump, em reunião com o presidente ucraniano Volodimir Zelenski, chamando a atenção para o tratamento que países não devem receber como colônias americanas. Em suas declarações, Moraes reafirmou que o Brasil deixou de ser colônia em 1822, enfatizando a defesa da Constituição, da soberania brasileira e dos direitos humanos. Durante a reunião, Trump adotou um tom agressivo com Zelenski sobre a guerra na Ucrânia, criando um cenário tenso que culminou com o presidente ucraniano saindo antes de uma entrevista agendada.

Flávio Dino defende Moraes após críticas do governo americano ao STF

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, defendeu Alexandre de Moraes após críticas do governo americano em relação a decisões da Justiça brasileira. Dino expressou solidariedade pessoal em uma rede social, reafirmando que a posse dos ministros é uma juramentação para defender a Constituição. Ele garantiu que Moraes continuará a fazer ótimas palestras, tanto no Brasil como no exterior. A manifestação do governo dos EUA mencionou o bloqueio de redes sociais americanas pelas autoridades brasileiras e gerou surpresa no Itamaraty, que respondeu criticando a interferência nas decisões da Suprema Corte brasileira.

Governo Lula responde a críticas dos EUA sobre STF

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, respaldado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, emitiu uma nota para contestar um comunicado do Departamento de Estado dos EUA. A nota brasileira expressa surpresa diante das críticas dos EUA sobre ações do Supremo Tribunal Federal, afirmando que o governo rejeita tentativas de politizar decisões judiciais. O Itamaraty destaca que essas medidas visam garantir a aplicação da legislação nacional. Neste contexto, são reafirmados os princípios da liberdade de expressão em conformidade com as leis brasileiras, especialmente após eventos relacionados a desinformação e tentativas antidemocráticas.

Trump anuncia acordo histórico com Zelensky sobre minerais raros

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o líder da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, visitará a Casa Branca para assinar um acordo sobre minerais de terras raras. O pacto, com um valor de mais de US$ 500 bilhões, tem como objetivo garantir a ajuda militar dos EUA à Ucrânia, que inclui a criação de um fundo para o desenvolvimento mineral do país. Após intensas negociações, Zelensky reconheceu a pressão para finalizar o acordo, que não prevê mais o direito dos EUA a receitas futuras das riquezas ucranianas. Trump destacou a importância do acordo para ambos os países.

Macron desmente Trump sobre ajuda financeira à Ucrânia na Casa Branca

Durante um encontro na Casa Branca em 24 de fevereiro de 2025, o presidente francês Emmanuel Macron corrigiu Donald Trump sobre a questão do financiamento à Ucrânia. Trump assegurou que a Europa estava recebendo de volta o dinheiro enviado aos ucranianos, ao que Macron respondeu afirmando que a França e a Europa contribuíram com 60% do apoio financeiro real, incluindo empréstimos e subsídios. Ele esclareceu que, embora a Europa tenha ativos russos congelados, isso não garante o reembolso. A discussão gerou um momento ríspido, caracterizando a tensão entre os líderes sobre o apoio à guerra na Ucrânia.

Libertação de refém israelense gera polêmica nas redes sociais

Omer Shem Tov, um refém israelense, foi libertado pelo Hamas e, durante a cerimônia em Nuseirat, chamou a atenção ao beijar a cabeça de seus sequestradores, gerando reações mistas nas redes sociais. Ao lado de outros dois reféns, ele sorria e cumprimentava os presentes. Internautas se dividiram quanto ao significado do gesto, questionando se foi espontâneo ou uma exigência do grupo. Enquanto isso, sua família o descreveu como otimista e sociável. Em troca da liberação dos seis reféns, Israel concordou em libertar 602 palestinos detidos em longo prazo. Uma cena impactante em meio ao conflito.

Trump provoca controvérsias ao afirmar que Rússia está no controle das negociações ucranianas

O presidente Donald Trump provocou polêmica ao afirmar que a Rússia 'tem as cartas' nas negociações para resolver o conflito na Ucrânia. Enquanto se prepara para enviar o enviado especial Keith Kellogg a Kiev, Trump criticou o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, chamando-o de 'ditador' e questionando sua legitimidade. Zelensky, por sua vez, espera um diálogo construtivo, apesar das tensões. As declarações de Trump, que também acusou a Europa de não ter trazido paz, foram rebatidas pelo chanceler alemão, que defendeu a democracia no país invadido, a Ucrânia, que vive a guerra desde 2022.

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