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Tudo sobre Relações Internacionais

Brasil planeja ajuda humanitária a Cuba sob pressão de Trump

  • O governo brasileiro está considerando enviar ajuda humanitária a Cuba devido à grave crise energética que o país enfrenta.
  • Uma reunião foi realizada em Brasília para discutir a possibilidade de envio de medicamentos e alimentos, embora detalhes como volume e método ainda estejam indefinidos.
  • A situação em Cuba se agravou com mudanças nas tarifas dos EUA, que afetaram o comércio de petróleo e causaram restrições severas na ilha.

Reviravolta dramática nas relações entre EUA e Venezuela promete mudanças significativas

  • O Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, anunciou que haverá uma 'reviravolta absolutamente dramática' nas relações entre EUA e Venezuela.
  • Durante uma coletiva em Caracas, Wright destacou mudanças significativas no ambiente de negócios e comércio com o hemisfério ocidental.
  • O governo dos EUA não reconhece oficialmente Delcy Rodríguez como presidente da Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro.

Lula defende Cuba e Venezuela e critica pressão dos EUA em evento do PT

  • Lula defende solidariedade a Cuba e Venezuela durante evento do PT.
  • Critica a pressão dos EUA sobre o Brasil para evitar cooperação com a China nas terras raras.
  • Afirma que a resolução da crise na Venezuela deve ser feita pelo povo venezuelano, não por Trump.

Lula e Trump: um encontro histórico e um baile de gala em Washington

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se encontrar com Donald Trump em Washington em março, após sua visita à Índia e à Coreia do Sul. O encontro, discutido em uma ligação de 50 minutos, culminará em um baile de gala em homenagem a Lula. Durante a conversa, os líderes abordaram a relação bilateral, com ênfase em assuntos econômicos e na retirada de tarifas sobre produtos brasileiros. Lula também propôs aumentar a cooperação contra o crime organizado e discutiu a situação na Venezuela, defendendo a paz e a estabilidade regional.

Lula propõe foco na Faixa de Gaza em conversa com Trump

Em uma conversa telefônica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu a Donald Trump que o novo Conselho da Paz dos EUA se concentre apenas na Faixa de Gaza, ressaltando a importância da inclusão da Palestina. Lula também abordou a necessidade de uma reforma na ONU para ampliar o Conselho de Segurança. Durante a conversa, foi discutida a visita de Lula aos EUA, que ainda não tem data definida. Essa proposta reacende o debate sobre a governança global e a relevância do multilateralismo, com outros países, inclusive Brasil, considerando cuidadosamente o convite para a participação nesse novo conselho.

Lula anuncia isenção de visto para cidadãos chineses em um novo passo diplomático

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a isenção de vistos de curta duração para cidadãos chineses, como resposta à medida similar adotada pela China em 2025. Essa decisão, comunicada ao presidente chinês Xi Jinping, busca aprofundar a cooperação entre os dois países, destacando sinergias em áreas como infraestrutura e tecnologia. Desde 1º de junho de 2025, a isenção de vistos também inclui brasileiros e outros países da América do Sul. Com essa iniciativa, Brasil, Argentina e Chile fortalecem laços com a China, visando facilitar intercâmbios e consolidar parcerias regionais e globais.

Lula e Xi Jinping discutem defesa da ONU e recusa ao conselho de Trump

Na madrugada de 23 de janeiro de 2026, o presidente Lula conversou com o líder chinês Xi Jinping. Durante a ligação, Xi pediu ao Brasil que se recuse a integrar o Conselho da Paz, criado por Donald Trump, sugerindo que ambos os países deveriam priorizar e defender a ONU. O presidente brasileiro demonstrou disposição para fortalecer a relação bilateral e trabalhar em conjunto com a China em defesa do multilateralismo e justiça internacional, destacando a importância de sua parceria no Sul Global. Essa interação visa promover um futuro compartilhado mais justo e sustentável entre os dois países.

Lula se conecta com presidente da Palestina em meio ao Conselho de Paz de Trump

O presidente Lula do Brasil conversou por telefone com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina, em 22 de janeiro de 2026. A ligação ocorreu após o lançamento do 'Conselho de Paz', uma iniciativa de Donald Trump. Durante a conversa, Lula expressou satisfação com o cessar-fogo em Gaza e discutiu com Abbas as possibilidades de reconstrução na região. Embora tenha recebido um convite para participação no conselho dos EUA, Lula ainda não confirmou sua adesão. Ambos os líderes concordaram em manter contato sobre o andamento do plano de paz no Oriente Médio e seus desdobramentos.

Países ignoram convite de Trump para Conselho de Paz e França levanta questões

Donald Trump anunciou a criação do Conselho de Paz durante um evento em Davos, na Suíça, no dia 22 de janeiro. Entretanto, a resposta de muitos países convidados não foi a esperada, com nações como Noruega, Suécia, Eslovênia e França recusando o convite. Algumas delas expressaram preocupações sobre a compatibilidade do grupo com a Carta da ONU e a inclusão de lideranças polêmicas, como Vladimir Putin. O Brasil optou por adiar sua resposta, enquanto Trump afirmou que o conselho já funciona perfeitamente, elogiando os participantes que aceitaram, como Argentina e Arábia Saudita.

União Europeia avança em retaliação econômica contra EUA com tarifas de até R$ 580 bilhões

A União Europeia está considerando a implementação de tarifas que totalizam cerca de R$ 580 bilhões em resposta às novas taxas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As taxas de 10% afetarão produtos de oito países da Otan e visam pressionar a Europa para facilitar a compra da Groenlândia pelos EUA. Além das tarifas, a União Europeia pode restringir o acesso de empresas norte-americanas ao seu mercado. As deliberações ocorreram em um encontro no Chipre, com líderes europeus trabalhando para garantir a soberania da Groenlândia e aumentar seu poder de negociação durante o Fórum Econômico Mundial em Davos.

Lula enfrentará taxa bilionária para integrar conselho de paz de Gaza

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado por Donald Trump para integrar o Conselho de Paz da Faixa de Gaza, uma iniciativa que envolve líderes globais na busca por resoluções pacíficas no conflito palestino. No entanto, para aceitar o cargo vitalício, Lula deverá desembolsar US$ 1 bilhão (R$ 5,37 bilhões). O convite, parte da segunda fase do acordo de paz, ainda não foi aceito pelo brasileiro, que deve tomar uma decisão na próxima semana. O conselho terá um mandato de três anos, com a possibilidade de renovação mediante o pagamento da quantia estipulada.

Trump se encontra com líder opositora da Venezuela em Washington

Em 15 de janeiro de 2026, Donald Trump se reuniu em Washington com a venezuelana María Corina Machado, líder da oposição. O encontro teve como objetivo manter um canal aberto com a Casa Branca, em meio ao crescente diálogo com Caracas. Depois do almoço privado, Machado se dirigiu ao Senado para encontrar parlamentares. Trump comentou sobre a importância de Machado e sua posição, embora tenha reafirmado sua visão de outra liderança no país. Apontou também para uma primeira venda de petróleo venezuelano, provocando reações diversas. Machado, otimista, acredita na derrota do mal na Venezuela.

Lula e Putin discutem situação na Venezuela em telefonema importante

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e Vladimir Putin, da Rússia, discutiram por telefone a situação da Venezuela após o sequestro do presidente Nicolás Maduro e os recentes ataques dos EUA. Ambos expressaram preocupação e defenderam a importância de manter a América do Sul e o Caribe como zonas de paz. Essa conversa incluiu a análise do papel do BRICS e da ONU na governança global. Lula e Putin concordaram em coordenar esforços para reduzir a tensão na região e planejar a 8ª Comissão Bilateral de Alto Nível Brasil-Rússia, agendada para fevereiro.

China critica EUA por uso da Groenlândia em interesses políticos próprios

A China pediu aos Estados Unidos para não utilizarem outros países, como a Groenlândia, como justificativa para atender a seus próprios interesses. A declaração surgiu após o presidente Donald Trump sugerir que os EUA deveriam garantir a posse da Groenlândia para evitar que Rússia ou China a ocupem. A porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Mao Ning, destacou, em coletiva de imprensa, que as ações da China no Ártico buscam promover paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável, enfatizando a importância do respeito aos direitos das nações para realizar atividades lícitas na região.

Irã busca negociação com os EUA, afirma Trump

O presidente Donald Trump revelou que o Irã contatou os Estados Unidos para buscar negociações após um período de pressão. Em entrevista, Trump declarou que o Irã aparenta estar 'cansado de apanhar' e que a expectativa é de que uma reunião ocorra em breve. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã também confirmou laços de comunicação abertos com os EUA, sugerindo a possibilidade de diálogo por meio de diplomatas ou mediadores. Apesar disso, Trump alertou que ações mais severas estão sendo consideradas, diante das mortes e protestos internos no Irã.

Irã promete retaliação severa contra EUA e Israel em meio a protestos

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, declarou que o Irã considerará as bases dos EUA e Israel no Oriente Médio como alvos legítimos se Washington atacar o país. Durante uma sessão parlamentar, ele afirmou que o Irã enfrenta esses países em várias frentes, incluindo militar e econômica. As declarações de Qalibaf foram feitas em um momento tenso, com o presidente dos EUA, Donald Trump, avaliando opções militares para intervir em resposta à repressão violenta aos protestos no Irã. Mais de 490 manifestantes foram mortos durante os protestos, que surgiram em consequência da crise econômica no país.

Diplomacia brasileira em risco após ataque de Trump à Venezuela

O recente ataque dos EUA à Venezuela e as ameaças de Donald Trump a países latino-americanos revelam a vulnerabilidade da América Latina frente ao poder americano. Especialistas afirmam que o Brasil, embora melhor posicionado que outros, enfrenta desafios na diplomacia, uma vez que suas tradicionais estratégias estão enfraquecidas. O governo de Lula, apesar de condenar a agressão, procura manter boas relações com Trump e outros líderes globais. A articulação internacional do Brasil inclui doações para a Venezuela, enquanto analistas preveem a necessidade de investimentos em defesa para fortalecer a segurança nacional em um novo contexto geopolítico.

Trump pode não pressionar sanções nas eleições brasileiras, afirma ex-diplomata

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu criticamente à prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, considerando a ação inaceitável e um perigoso precedente internacional. Apesar de a relação entre Lula e o presidente americano, Donald Trump, parecer melhorar, o ex-diplomata dos EUA, Ricardo Zuniga, acredita que sanções não serão aplicadas no Brasil durante o ano eleitoral. Zuniga destaca que o Brasil deve agir com prudência, reconhecendo a nova dinâmica nas relações com os EUA, que busca uma maior influência na América Latina, destacando a complexidade do cenário político brasileiro.

Lula dialoga com México e Canadá sobre a crise da Venezuela

No dia 8 de janeiro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conduziu conversas telefonicamente com líderes do México e do Canadá sobre a crise na Venezuela, exacerbada pela recente invasão americana que resultou na captura de Nicolás Maduro. Durante as discussões, Lula e Claudia Sheinbaum, presidenta do México, defenderam o multilateralismo e soluções pacíficas para a situação, promovendo diálogo e estabilidade regional. De forma semelhante, Lula conversou com Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, onde condenaram o uso da força sem respaldo do direito internacional, e o convidaram para futuras visitas ao Brasil para estreitar laços bilaterais.

EUA ponderam compra da Groenlândia e intervenção militar sob Trump

O governo de Donald Trump está considerando ativamente a aquisição da Groenlândia, segundo a Casa Branca. A secretária de imprensa, Karoline Leavitt, afirmou que Trump prioriza a solução diplomática, mas não descarta outras opções. O interesse renovado na ilha se intensificou após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, uma vez que autoridades acreditam que a Groenlândia é vital para a segurança nacional americana. Leavitt também indicou que Trump pode considerar uma intervenção militar, gerando tensões com a Dinamarca e outros aliados da Otan, embora enfatize a diplomacia como a prioridade.

Impacto da captura de Maduro no cenário eleitoral brasileiro

A prisão de Nicolás Maduro pelos EUA impacta diretamente a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, já que o presidente brasileiro se posicionou em defesa do ditador venezuelano, desconsiderando amplas críticas ao regime de Caracas. Especialistas acreditam que Lula pode vir a perder apoio devido ao confronto entre sua postura e a polarização gerada na política brasileira. O governo petista enfrenta um dilema ao tentar manter diálogo com Washington após condenar a operação americana. A situação levanta questionamentos sobre a posição do Brasil na dinâmica geopolítica na América Latina e seu futuro político.

G20 dividido: apoio e condenação ao ataque dos EUA na Venezuela

No G20, a recente operação militar dos EUA contra a Venezuela gerou divisões. Três países, Argentina, Itália e França, apoiaram a ação, enquanto Brasil, Canadá, México, China, Rússia, Turquia, África do Sul e União Europeia a repudiaram. A captura de Nicolás Maduro foi elogiada por líderes como Javier Milei da Argentina, que a considerou uma vitória pela liberdade. Entretanto, muitos líderes chamaram o ataque de violação do direito internacional, exigindo respeito à soberania venezuelana. O secretário-geral da ONU expressou preocupação sobre as consequências dessa ação, pedindo soluções políticas pacíficas para a região.

Trump captura Maduro e transporta por navio como troféu de guerra

Na madrugada de sábado, os Estados Unidos realizaram uma operação militar e capturaram Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, na Venezuela. Donald Trump confirmou que o casal está a bordo do USS Iwo Jima, que fará uma escala na base de Guantánamo antes de seguir para Nova York. Especialistas afirmam que o transporte pelo navio visa humilhar Maduro e projetar a força dos EUA na região, transformando o ato em uma demonstração de poder. Apesar de o transporte aéreo ser mais rápido, a escolha pelo navio tem significado logístico e simbólico importante.

Trump sob pressão: ex-embaixador dos EUA sugere ataque à Venezuela

Em uma análise recente, o ex-embaixador dos EUA, John Feeley, declarou que Donald Trump 'precisa explodir alguns alvos' na Venezuela para não parecer fraco. Ele observou que, embora Trump esteja limitado pela política eleitoral interna e resista a iniciar novas guerras, as pressões de Marco Rubio podem influenciá-lo. Feeley destacou que qualquer ataque terrestre confirmado representará uma escalada significativa nas hostilidades. No entanto, a falta de clareza nas comunicações de Trump sobre operações clandestinas pode comprometer sua eficácia. Feeley acredita que uma demonstração de força pode não ser suficiente para depor Nicolás Maduro do poder.

Trump abandona Bolsonaro após prisão, afirma ex-embaixador dos EUA

John Feeley, ex-embaixador dos EUA, acredita que a mudança na postura de Donald Trump em relação ao Brasil e Jair Bolsonaro está mais ligada às ações imprevisíveis do presidente americano do que a qualquer conquista do governo Lula. Segundo Feeley, após a prisão de Bolsonaro, Trump começou a vê-lo como um 'perdedor', intolerável para o ex-presidente. Ele destaca que, embora as tarifas impostos aos produtos agrícolas brasileiros e as sanções fossem inicialmente impulsionadas pelo lobby de Eduardo Bolsonaro, a reversão dessas medidas é resultado do comportamento errático de Trump, não das habilidades de negociação de Lula.

Zelensky e Trump se reúnem nos EUA em busca de paz para a Ucrânia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontraram em Mar-a-Lago para discutir um novo plano de paz após intensas negociações. O encontro ocorre em um contexto de ataques russos à Ucrânia, com Kiev sendo alvo de mísseis e drones. A proposta inicial de Trump foi revisada pela Ucrânia, reduzida de 28 para 20 pontos. Apesar da Rússia não participar da reunião, os esforços de paz estão avançando, embora a questão das concessões territoriais e condições de um possível cessar-fogo ainda permaneçam como obstáculos a serem superados.

China critica apreensão de petroleiros pela marinha dos EUA

A China condenou a apreensão de navios pela marinha dos EUA, caracterizando a ação como uma grave violação do direito internacional. Após a interceptação de um petroleiro com destino à China na costa venezuelana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China reiterou que a Venezuela tem o direito de manter relações comerciais com outros países, além de se opor às sanções unilaterais norte-americanas. A apreensão ocorreu após o anúncio de um bloqueio a embarcações sancionadas, levando a uma escalada nas tensões comerciais entre os dois países e a Venezuela, maior fornecedora de petróleo da China.

Lula alerta sobre risco de catástrofe humanitária na Venezuela

O presidente Lula alertou sobre a grave possibilidade de uma intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que poderia resultar em uma catástrofe humanitária na América do Sul. Durante reunião do Mercosul, ele enfatizou que a presença militar dos EUA no Caribe representa um grave risco, podendo desestabilizar a região e desencadear um conflito armado. Lula mencionou conversas com Nicolás Maduro e Donald Trump, buscando uma solução diplomática para evitar a escalada do conflito. Ele questionou os verdadeiros interesses dos EUA na mudança de regime na Venezuela, além do combate ao narcotráfico.

Trump abandona Bolsonaro em nova reviravolta nas relações Brasil-EUA

Analisando a recente decisão de Donald Trump de revogar sanções a Alexandre de Moraes, Brian Winter destacou que isso representa uma mudança significativa na estratégia americana em relação ao Brasil. Winter afirmou que, por enquanto, Trump não poderá ajudar a família Bolsonaro, deixando-os 'à deriva'. A revogação das sanções, que ocorreu após solicitações do presidente Lula, sinaliza novas possibilidades de colaboração entre os governos. Além disso, a suspensão de tarifas sobre produtos brasileiros reflete mais problemas internos dos EUA do que políticas externas, indicando uma transformação nas relações dos dois países nas áreas de comércio e política.

Trump derruba sanções contra Alexandre de Moraes e provoca reviravolta nas relações EUA-Brasil

O governo dos Estados Unidos retirou as sanções da Lei Magnitsky aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci, após quase cinco meses de tensão nas relações bilaterais. Essa decisão encerra restrições financeiras e de circulação que estavam vigentes, permitindo agora a normalização das relações entre os países. A mudança foi motivada por uma avaliação da situação política e a influência de diálogos entre Donald Trump e Lula, que condicionou a melhoria das relações à revogação das sanções, considerada vital para projetos conjuntos de segurança e comércio entre Brasil e EUA.

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