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Tudo sobre Relações Internacionais

Trump sob pressão: ex-embaixador dos EUA sugere ataque à Venezuela

Em uma análise recente, o ex-embaixador dos EUA, John Feeley, declarou que Donald Trump 'precisa explodir alguns alvos' na Venezuela para não parecer fraco. Ele observou que, embora Trump esteja limitado pela política eleitoral interna e resista a iniciar novas guerras, as pressões de Marco Rubio podem influenciá-lo. Feeley destacou que qualquer ataque terrestre confirmado representará uma escalada significativa nas hostilidades. No entanto, a falta de clareza nas comunicações de Trump sobre operações clandestinas pode comprometer sua eficácia. Feeley acredita que uma demonstração de força pode não ser suficiente para depor Nicolás Maduro do poder.

Trump abandona Bolsonaro após prisão, afirma ex-embaixador dos EUA

John Feeley, ex-embaixador dos EUA, acredita que a mudança na postura de Donald Trump em relação ao Brasil e Jair Bolsonaro está mais ligada às ações imprevisíveis do presidente americano do que a qualquer conquista do governo Lula. Segundo Feeley, após a prisão de Bolsonaro, Trump começou a vê-lo como um 'perdedor', intolerável para o ex-presidente. Ele destaca que, embora as tarifas impostos aos produtos agrícolas brasileiros e as sanções fossem inicialmente impulsionadas pelo lobby de Eduardo Bolsonaro, a reversão dessas medidas é resultado do comportamento errático de Trump, não das habilidades de negociação de Lula.

Zelensky e Trump se reúnem nos EUA em busca de paz para a Ucrânia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontraram em Mar-a-Lago para discutir um novo plano de paz após intensas negociações. O encontro ocorre em um contexto de ataques russos à Ucrânia, com Kiev sendo alvo de mísseis e drones. A proposta inicial de Trump foi revisada pela Ucrânia, reduzida de 28 para 20 pontos. Apesar da Rússia não participar da reunião, os esforços de paz estão avançando, embora a questão das concessões territoriais e condições de um possível cessar-fogo ainda permaneçam como obstáculos a serem superados.

China critica apreensão de petroleiros pela marinha dos EUA

A China condenou a apreensão de navios pela marinha dos EUA, caracterizando a ação como uma grave violação do direito internacional. Após a interceptação de um petroleiro com destino à China na costa venezuelana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China reiterou que a Venezuela tem o direito de manter relações comerciais com outros países, além de se opor às sanções unilaterais norte-americanas. A apreensão ocorreu após o anúncio de um bloqueio a embarcações sancionadas, levando a uma escalada nas tensões comerciais entre os dois países e a Venezuela, maior fornecedora de petróleo da China.

Lula alerta sobre risco de catástrofe humanitária na Venezuela

O presidente Lula alertou sobre a grave possibilidade de uma intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que poderia resultar em uma catástrofe humanitária na América do Sul. Durante reunião do Mercosul, ele enfatizou que a presença militar dos EUA no Caribe representa um grave risco, podendo desestabilizar a região e desencadear um conflito armado. Lula mencionou conversas com Nicolás Maduro e Donald Trump, buscando uma solução diplomática para evitar a escalada do conflito. Ele questionou os verdadeiros interesses dos EUA na mudança de regime na Venezuela, além do combate ao narcotráfico.

Trump abandona Bolsonaro em nova reviravolta nas relações Brasil-EUA

Analisando a recente decisão de Donald Trump de revogar sanções a Alexandre de Moraes, Brian Winter destacou que isso representa uma mudança significativa na estratégia americana em relação ao Brasil. Winter afirmou que, por enquanto, Trump não poderá ajudar a família Bolsonaro, deixando-os 'à deriva'. A revogação das sanções, que ocorreu após solicitações do presidente Lula, sinaliza novas possibilidades de colaboração entre os governos. Além disso, a suspensão de tarifas sobre produtos brasileiros reflete mais problemas internos dos EUA do que políticas externas, indicando uma transformação nas relações dos dois países nas áreas de comércio e política.

Trump derruba sanções contra Alexandre de Moraes e provoca reviravolta nas relações EUA-Brasil

O governo dos Estados Unidos retirou as sanções da Lei Magnitsky aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci, após quase cinco meses de tensão nas relações bilaterais. Essa decisão encerra restrições financeiras e de circulação que estavam vigentes, permitindo agora a normalização das relações entre os países. A mudança foi motivada por uma avaliação da situação política e a influência de diálogos entre Donald Trump e Lula, que condicionou a melhoria das relações à revogação das sanções, considerada vital para projetos conjuntos de segurança e comércio entre Brasil e EUA.

Tarifaço mexicano pode causar perdas bilionárias ao Brasil

O tarifaço do México poderá impactar até US$ 1,7 bilhão nas exportações brasileiras, afetando cerca de 232 produtos da indústria de transformação. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) alerta que essa medida, que pode elevar as tarifas em 50%, se destina a proteger a indústria nacional mexicana. As exportações para o México representam 14,7% do total brasileiro, e os acordos comerciais atuais são considerados insuficientes para suportar tais impactos. A CNI pede negociações para isentar produtos brasileiros das novas tarifas, que podem aumentar os custos de produção e reduzir a competitividade do Brasil.

Lula e Maduro conversam sobre a situação no Caribe

Na terça-feira da semana passada, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolás Maduro realizaram uma conversa telefônica de 15 minutos, que permaneceu em sigilo até agora. Lula expressou suas preocupações sobre ações dos Estados Unidos no Caribe e solicitou a avaliação de Maduro sobre os movimentos norte-americanos. Esta foi a primeira conversa entre os líderes em mais de um ano, após o esfriamento das relações diplomáticas devido à crise política na Venezuela. Embora amistosa, a ligação não levantou a possibilidade de Lula atuar como mediador entre Maduro e a Casa Branca.

Expectativa do governo Lula sobre revogação de sanções por Trump cresce

Nos últimos dias, aumentou entre os integrantes do governo Lula a expectativa de que os Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, revoguem as sanções aplicadas a autoridades brasileiras, incluindo o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e sua mulher, Viviane Barci. Essa esperança se intensificou após uma conversa telefônica entre Lula e Trump, na qual o presidente americano mencionou as sanções e discutiu a possibilidade de um futuro diálogo mais produtivo. Trump afirmou que a conversa foi produtiva e que boas coisas estão por vir dessa nova parceria estabelecida entre Brasil e EUA.

Joesley Batista tenta convencer Maduro a renunciar em viagem secreta à Venezuela

Joesley Batista, bilionário da JBS, realizou uma viagem à Venezuela com o objetivo de persuadir Nicolás Maduro a renunciar, seguindo um pedido de Donald Trump. Apesar de não representar oficialmente os Estados Unidos, ele buscou intermediar as tensões entre os dois países. Esta visita, ocorrida em meio a severas pressões americanas sobre o governo venezuelano, não foi comentada pela JBS ou pela Casa Branca. As autoridades estavam cientes da viagem de Batista, que se reuniu com Maduro após uma conversa entre o líder venezuelano e Trump, que reforçou a necessidade de transição de poder no país.

Diálogo entre Trump e Lula gera otimismo em Eduardo Bolsonaro

O deputado Eduardo Bolsonaro expressou otimismo após a conversa entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva sobre tarifas e sanções. Em sua declaração, enfatizou a importância do diálogo franco entre os dois países, desejando que este seja guiado por princípios claros. Lula reiterou a necessidade de Trump reduzir tarifas sobre produtos brasileiros e elogiou a recente retirada da tarifa de 40% sobre carne e café. Ambos concordaram em discutir produtos ainda tarifados, destacando a importância de um entendimento que proteja os interesses estratégicos dos Estados Unidos e as liberdades civis no Brasil.

Trump intensifica pressão sobre Maduro após descumprimento de ultimato

O presidente dos EUA, Donald Trump, avaliou novas formas de pressionar a Venezuela após Nicolás Maduro descumprir um ultimato para deixar o país. Maduro, que pediu anistia e a remoção de sanções, conversou com Trump, que se reuniu com assessores para discutir a situação. Embora tenha negado a proposta de Maduro, o prazo expirou sem medidas efetivas por parte do líder venezuelano. Trump anunciou o fechamento do espaço aéreo da Venezuela e enfatizou a urgência da situação. Maduro, por sua vez, reafirmou sua lealdade ao país durante um evento a favor do Partido Socialista.

Céus da Venezuela ficam vazios após anúncio de fechamento aéreo por Trump

Após o anúncio de Donald Trump sobre o fechamento do espaço aéreo da Venezuela, a situação dos voos no país se agravou. A Administração Federal de Aviação dos EUA havia já alertado as companhias aéreas para evitar sobrevoar a região, levando várias delas a suspenderem suas operações. Desde o anúncio, o tráfego aéreo caiu drasticamente, com apenas algumas companhias operando, predominantemente voos internos. Os venezuelanos enfrentam dificuldades e incertezas, com muitos retidos em aeroportos. O governo da Venezuela denunciou a medida como uma ação colonialista e busca apoio para reverter a situação.

Trump declara fechamento total do espaço aéreo da Venezuela em meio a tensões

Em um contexto de crescente pressão militar dos Estados Unidos sobre a Venezuela, o presidente Donald Trump anunciou que o espaço aéreo venezuelano estará 'totalmente fechado'. A declaração, feita através da rede social Truth Social, serve como um aviso para companhias aéreas, pilotos e traficantes, em resposta às tensões com Nicolás Maduro e à mobilização militar no Caribe, incluindo o porta-aviões USS Gerald R. Ford. Recentemente, interferências eletromagnéticas afetaram voos na região, levando à suspensão de operações aéreas, o que gerou críticas de Caracas e um reforço no alerta militar venezuelano.

Trump alivia tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em decisão estratégica

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a suspensão de tarifas de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros, incluindo café, carne e frutas. A decisão, que retroage a mercadorias que chegaram aos EUA a partir de 13 de novembro, é resultado de negociações entre os governos americano e brasileiro, com destaque para uma conversa entre Trump e o presidente Lula. Essa medida visa aliviar a pressão inflacionária nos EUA e ajuda a reverter as dificuldades enfrentadas por produtores brasileiros. O governo brasileiro expressou satisfação com a suspensão e reiterou o desejo de continuar as negociações sobre tarifas adicionais.

Chanceler alemão lamenta não ter conhecido a Amazônia após críticas a Belém

O governo alemão expressou que o chanceler Friedrich Merz lamentou não ter podido explorar a 'beleza natural deslumbrante' da Amazônia em sua recente visita ao Brasil. Sua declaração surgiu após comentários depreciativos feitos a empresários alemães sobre Belém, onde ele compareceu à COP30. Merz afirmou que todos os jornalistas presentes ficaram satisfeitos em retornar à Alemanha, gerando indignação de autoridades brasileiras, incluindo o prefeito e o governador do Pará. Um porta-voz destacou que seu passeio de barco no Rio Guajará foi uma breve oportunidade de apreciar a região, e reafirmou a importância da parceria entre os países.

Eduardo Bolsonaro visita Bahrein um dia após ser acusado pelo STF

Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL-SP, visitou o Bahrein e se encontrou com o sheikh Khaled bin Hamad Al-Khalifa, um dia após ser nomeado réu pelo STF. A decisão do Supremo foi unânime, culminando na acusação de que Eduardo tentou interferir no julgamento de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado. Durante a viagem, Eduardo expressou felicidade e compartilhamento de imagens. Ele ressaltou a importância de cultivar boas alianças, descrevendo o sheikh como uma pessoa inspiradora e humilde, mesmo em meio aos desafios legais que enfrenta atualmente.

Trump revoga tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em movimento estratégico

O governo Trump anunciou a suspensão de tarifas de 10% sobre produtos agrícolas, incluindo café, carne, açaí e frutas do Brasil, em uma ordem executiva datada de 14 de novembro de 2025. Esta decisão, que visa aliviar a pressão inflacionária nos Estados Unidos, não altera a tarifa de 40% aplicada a outros produtos brasileiros imposta em julho. O secretário de Comércio brasileiro, Luís Rua, e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, comemoraram o anúncio como um passo positivo em direção ao diálogo e à normalização das relações comerciais entre o Brasil e os EUA, aumentando a confiança dos exportadores.

Porta-aviões dos EUA mobiliza tropas em resposta à Venezuela

O porta-aviões USS Gerald Ford se juntou à operação dos Estados Unidos contra o narcotráfico na América Latina, em meio a uma mobilização militar da Venezuela, que alega se proteger de ameaças. Desde setembro, os EUA enviaram navios, aviões de combate e soldados ao Caribe, embora não tenham apresentado provas concretas de envolvimento venezuelano no tráfico. Em resposta, o governo de Nicolás Maduro organizou exercícios com 200.000 integrantes das Forças Armadas. Os ataques a embarcações suspeitas de transporte de drogas foram condenados pela Rússia, que considera essas ações ilegais e uma violação da soberania venezuelana.

Trump afirma que dias de Maduro estão contados, mas descarta guerra

Durante uma entrevista ao canal CBS, Donald Trump afirmou que os dias de Nicolás Maduro como presidente da Venezuela estão contados, embora tenha minimizado a possibilidade de uma guerra iminente entre os Estados Unidos e o país sul-americano. Ele se referiu aos objetivos da ação militar em curso no Caribe, onde os EUA têm realizado ataques a embarcações ligadas ao tráfico de drogas, resultando em dezenas de mortes. Maduro, acusado pelo governo americano de narcotráfico, argumenta que os EUA usam essa acusação para justificar uma mudança de regime e tomar controle do petróleo venezuelano.

EUA retoma testes nucleares após 33 anos sob ordem de Trump

Na quinta-feira, 30 de outubro, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que o teste do arsenal nuclear americano é crucial para a segurança nacional. Isso ocorreu após o presidente Donald Trump ordenar a reativação dos testes nucleares, que estavam suspensos há 33 anos. Trump anunciou a decisão surpresa durante um voo para uma reunião comercial com o presidente chinês Xi Jinping na Coreia do Sul. Ele enfatizou que essa ação visa garantir que os Estados Unidos mantenham um arsenal nuclear capaz e esteja em paridade com outras potências nucleares, como China e Rússia.

Lula e Trump: Avanços nas negociações entre Brasil e EUA

O encontro entre os presidentes Lula e Trump na Malásia trouxe importantes avanços nas negociações entre Brasil e Estados Unidos. Na conversa, discutiu-se a redução de tarifas e o fim de sanções, alinhando interesses de ambos os países. Enquanto isso, na Argentina, Javier Milei obteve uma vitória significativa, ampliando seu apoio e consolidando sua agenda de reformas. Trump, que investiu fortemente na campanha de Milei, utiliza essa relação para conter a influência da China na América do Sul. A dinâmica entre Brasil e Argentina se intensifica, com desafios e pressões em ambos os lados.

Eduardo critica Lula após encontro com Trump: 'Nada mudou nas relações com os EUA'

Eduardo Bolsonaro, deputado federal, criticou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva após um encontro entre Lula e Donald Trump na Malásia. Segundo Eduardo, as relações entre Brasil e Estados Unidos não avançaram, pois sanções e tarifas permanecem, resultando de um comportamento autoritário das instituições brasileiras. Ele mencionou que Lula não tem ajudado o país, acusando-o de legitimar a atuação do ministro Alexandre de Moraes e dos gastos da Advocacia Geral da União. A reunião terminou sem revogação das tarifas, mas houve promessas de futuras visitas e negociações bilaterais.

Trump celebra aniversário de Lula e destaca boa reunião na Malásia

O presidente dos EUA, Donald Trump, parabenizou Luiz Inácio Lula da Silva pelo seu aniversário de 80 anos durante uma conversa a bordo do Air Force One. Ele descreveu Lula como um líder 'muito vigoroso', elogiando a reunião que tiveram na Malásia, falando sobre como foi 'boa'. Trump expressou incerteza quanto a um futuro acordo, embora esteja aberto a discussão. Lula, por sua vez, criticou tarifas impostas pelos EUA em retaliação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, mas mostrou disposição para dialogar sobre questões como a crise na Venezuela, reiterando a importância do Brasil na América do Sul.

Lula e Trump selam reaproximação em reunião histórica

Os presidentes Lula e Trump se reuniram em Kuala Lumpur, sinalizando uma reaproximação diplomática importante entre Brasil e EUA. O encontro, que seguiu o protocolo diplomático, evitou atritos e abriu espaço para negociações comerciais bilaterais. Especialistas destacam que a suspensão temporária do tarifaço de 40% é fundamental para avanços nas tratativas. Apesar dos desafios de concessões mútiplas, a decisão política de negociar já é vista como um passo significativo, aumentando as expectativas para acordos comerciais futuros. As negociações entre as equipes diplomáticas devem iniciar em breve após essa importante reunião.

Lula sugere mediação a Trump em relação à Venezuela

Durante uma reunião na Malásia, em 26 de outubro de 2025, o presidente Lula propôs ao presidente dos EUA, Donald Trump, atuar como mediador na crescente tensão entre Washington e o governo da Venezuela, liderado por Nicolás Maduro. O chanceler Mauro Vieira confirmou que Lula está disposto a buscar soluções pacíficas e aceitáveis entre os países. Trump autorizou o envio de forças militares para a América Latina sob o pretexto de combater o narcotráfico, porém Maduro teme que isso signifique uma tentativa de derrubá-lo. A Venezuela, por sua vez, realizou exercícios militares em defesa de sua soberania.

Lula defende cooperação global em encontro na Malásia

Durante uma reunião com empresários brasileiros e malasianos na Malásia, o presidente Lula defendeu uma nova ordem internacional baseada na cooperação, rejeitando a ideia de uma nova Guerra Fria. Ele afirmou que o Brasil não quer se alinhar a blocos rivais, mas sim manter uma política externa voltada à paz e ao desenvolvimento. Lula também criticou as barreiras comerciais impostas globalmente, enfatizando a importância do multilateralismo. O presidente ressaltou a necessidade de fortalecer laços diplomáticos com a América do Sul e diversificar parcerias, buscando oportunidades além da Europa e Estados Unidos.

Lula e Trump se encontram para fortalecer laços Brasil-EUA

Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump se reuniram na Malásia neste domingo durante a 47ª cúpula da ASEAN. Trump expressou respeito por Lula e destacou a importância de acordos que beneficiem ambos os países. Enquanto mencionou sua boa relação com Jair Bolsonaro, Trump declarou que não era o momento de discutir o ex-presidente na reunião atual. Lula, otimista sobre a continuidade da relação Brasil-EUA, mencionou uma extensa pauta de discussões. A reunião, que durou cerca de 50 minutos, visa fortalecer os laços bilaterais entre as nações, prometendo boas notícias para a imprensa.

Reaproximação Brasil-EUA: Trump busca novas estratégias após encontro com Lula

Após semanas de tensão, Brasil e EUA iniciam um processo de reaproximação. O presidente Donald Trump, após um encontro com Lula na ONU, demonstrou simpatia pelo Brasil e sugeriu a revisão de tarifas sobre produtos brasileiros. O ex-embaixador americano Thomas Shannon comentou que Trump reconheceu a impossibilidade de interferir no caso de Bolsonaro e percebeu que as tarifas eram prejudiciais aos EUA. Apesar do alívio nas tensões, Shannon acredita que as sanções contra ministros do STF permanecerão. A nova postura de Trump é vista como um movimento diplomático inteligente e crucial para relações futuras.

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